Jogos de tabuleiro podem ser aposta para unir amigos e família também de forma digital

LIDE FUTURO realizou encontro com Galápagos Jogos para falar sobre tendência

Para promover a integração entre empresários de diversos setores, o LIDE FUTURO, grupo que conecta jovens lideranças de todo o país, acaba de promover um evento sobre jogos de tabuleiro modernos e o cenário pré e pós pandemia em parceria com a Galápagos Jogos, empresa referência no setor que tem como propósito aproximar pessoas por meio de uma experiência de entretenimento.

Yuri Fang, presidente e CEO da empresa de board games, destacou que os jogos de tabuleiro são uma importante ferramenta para estreitar relações. Para ele, a pandemia fará com que essa cultura retorne de forma digital.

O empreendedor reforça que esses jogos podem ser jogados à distância, criando uma nova experiência e um momento de imersão que estimula a criatividade. Para ele, a cultura dos tabuleiros não foi afetada pelos jogos digitais. “A maior dificuldade é fazer as pessoas jogarem a primeira vez”, explica.

Usar jogos para unir equipes nas empresas é outra aposta de Yuri para o pós pandemia. Ele acredita que dessa forma, os colaboradores conseguirão se unir ainda mais, trocando experiências que possam gerar aprendizados.

Com o objetivo de aproximar os filiados do LIDE FUTURO entre si, equipes foram formadas para conhecerem melhor os jogos de RPG e trocarem conhecimentos para descobrirem as soluções e respostas de cada game sugerido, tudo sob a consultoria da Encounter Board Games.

“Já havíamos promovido um encontro físico com jogos de tabuleiro, para que nossos filiados tivessem um momento de networking mais descontraído. Não imaginávamos que a experiência online seria tão boa quanto. Por meio de um clima leve e informal, trouxemos não só uma aproximação entre os membros, mas também um pouco de diversão em tempos tão desafiadores”, relata Rafael Cosentino, Presidente do LIDE FUTURO.

LIDE FUTURO debate transformação digital na logística

No dia 30 de julho, o LIDE FUTURO realizou mais uma edição do LIDE FUTURO Debate, uma das 11 modalidades contempladas em seu calendário de eventos. O tema da vez foi inédito nos encontros e bastante relevante, e contou com participação de grandes inspirações da área de logística no Brasil para discuti-lo, sob mediação de nossa filiada, também inspiradora, Anna Valle, COO da Quattro.

A “Transformação Digital na Logística” veio para ficar e tem crescido de forma exponencial, principalmente por meio de um olhar macroestratégico e inovador, obrigatoriamente solicitado pelo cenário pandêmico.

Segundo Marcos Alves, Diretor de Logística e Facilities da Mercedes-Benz, a transformação digital tem muitas etapas, mas a primeira começa pela liderança. Além disso, Eduardo Nogueira, Head de Legal e Inovação da DHL no Brasil, reforçou que fazer a logística de uma nova forma, pensando não somente no nosso cliente, mas no cliente do nosso cliente é o que gera resultado.

Nestor Felpi, Diretor LATAM de Supply Chain e Integração na Natura, trouxe luz para a sintonia existente entre sustentabilidade e eficiência, e o quanto uma cadeia de Supply Chain sustentável pode trazer grande impacto financeiro, de forma positiva!

Agradecimento especial à toda equipe do Volume, hub digital e líder da Vertical de Logística e Mobilidade no Cubo Itaú, que nos ajudou na promoção deste grande encontro.

Athié Wohnrath e Outoo apostam em ressignificação de espaços físicos

LIDE FUTURO reuniu especialistas em arquitetura para debater futuro dos espaços de trabalho

Com a pandemia, o mercado de trabalho aderiu à cultura do home office como máxima e agora as empresas terão que repensar seus espaços de trabalho. O LIDE FUTURO, grupo que conecta jovens empresários de todo o País para promover a troca de experiências e fortalecimento empresarial, reuniu fala de referências da arquitetura para analisar o futuro do setor. 

Cofundador da Athié Wohnrath, maior escritório de arquitetura do país, Sérgio Athié acredita que  os espaços comerciais não vão acabar com a pandemia. “Acredito que vão ficar cada vez mais importantes, pois mais do que nunca desempenharão o papel de elemento catalisador da cultura das empresas, da transmissão de conhecimento e da integração entre os colaboradores, fomentando o engajamento e senso de pertencimento a eles”, pontua. 

Athié acredita que as pessoas vão passar a ir aos escritórios para se encontrar, para interagir entre os times. As atividades mais individuais, que precisem de mais foco, poderão ser feitas remotamente. 

O dono da Athié Wohnrath, empresa que conta com 300 arquitetos e 450 engenheiros, prevê que reuniões digitais deverão ocorrer com mais frequência e aposta num formato de ambientes diferente, com maior flexibilidade e que permita novas dinâmicas de integração. “Será imperativo criar espaços que propiciem os encontros casuais entre diferentes times que podem gerar inovação, espaços que fomentem o compartilhamento de conhecimento e que sejam sedutores o bastante para que as pessoas sejam mais criativas e produtivas”, avalia.

A arquiteta Fernanda Mourão, filiada ao LIDE FUTURO, é fundadora da Outoo, plataforma de busca e reserva de espaços de trabalho out of office, que nasceu baseada na ideia de múltiplas possibilidades para pessoas que têm jornadas flexíveis.

Fernanda acredita que não há necessidade das pessoas terem horas perdidas no trânsito para ir e voltar do escritório, principalmente em cidades como São Paulo, que, apesar do tamanho, se concentra em apenas três grandes centros econômicos – Av. Paulista, Faria Lima e Berrini.

“Estamos na era pós-digital, onde a presença da tecnologia digital é onipresente e seu impacto é sentido em todos os aspectos da vida. Mas o isolamento nos forçou a usufruí-la de forma ainda mais ativa, precisávamos desse choque para tomar consciência do que era possível fazer com as tecnologias atuais”, aponta a arquiteta, que também acredita que as sedes das empresas passarão a ser um ponto de encontro para atividades pontuais, colaboração e vivência da cultura.

Debate: Importância da imprensa no combate a fake news durante pandemia são temas de live com Celso Zucatelli

LIDE FUTURO promoveu debate sobre relevância da informação e do trabalho jornalístico em tempos de crise

Com a chegada do novo coronavírus, o jornalismo adquiriu um papel de protagonismo ainda mais central na hora de informar e proteger a sociedade. Por isso, o LIDE FUTURO realizou a live “O papel e a importância da imprensa na crise”, para debater, junto ao jornalista Celso Zucatelli, o trabalho que a imprensa tem realizado frente à pandemia.

Atual apresentador dos telejornais Balanço Geral e Fala Brasil, da Record TV, o profissional passou por importantes veículos do País, como O Estado de S. Paulo, e pelas emissoras Rede Bandeirantes, TV Cultura, RedeTV! e TV Gazeta.

Na conversa, voltada a empresários e empreendedores filiados ao grupo, o convidado valorizou o trabalho de toda a imprensa durante a pandemia, pois, assim como ele, muitos outros profissionais da área não estão em quarentena para informar e prevenir a população sobre os novos dados da COVID-19.

Influente na televisão e também na internet, Celso Zucatelli descreveu as possibilidades de comunicação como infinitas e apontou as redes sociais como fortes aliadas nesse momento de reclusão social. Nativo da televisão, o apresentador falou sobre essa conexão entre os antigos e novos meios de comunicação: “A gente consegue provocar a participação das pessoas usando as redes sociais com a notícia na televisão”, explica.

A internet tem se tornado forte aliado nas notícias sobre a pandemia. Hoje, a televisão tem utilizado parte das técnicas tradicionalmente digitais para informar. “As pessoas tinham uma resistência às coisas digitais, agora tiveram que fazer e viram que funcionam”, comenta o jornalista.

Com o crescimento de notícias falsas, Zucatelli reforça que ele e seus colegas de  profissão têm dupla função. “A gente tem a obrigação de mostrar e ensinar como usar as ferramentas de notícias. Nós estamos tendo nesse momento a oportunidade de mostrar isso, desmentindo notícias falsas e explicando o que é a notícia falsa”, explica. 

Quando perguntado sobre como evitar fake news dentro do ambiente jornalístico, o apresentador explicou que a melhor solução é uma apuração mais rigorosa.

Também esteve em pauta o papel da mídia em estimular o conhecimento, a educação e a busca por conhecimento alternativo, além da importância de divulgar a informação de forma imparcial. “A gente tem que buscar o melhor recurso de todos que é ouvir os especialistas para tentar ajudar as pessoas a tomarem decisões em um ambiente totalmente caótico”, afirma o profissional. O fim da conversa foi marcado por perguntas ao jornalista, que lembrou mais uma vez que a imprensa tem o papel de mostrar o que de fato está acontecendo. “O nosso papel é mostrar tudo, a gente tem que dar elementos para que a população possa tirar sua própria conclusão”.

LIDE FUTURO e ELAS debatem equidade de gênero para promover a liderança de executivas no mercado

Síndrome do impostor foi um dos temas discutidos. Estima-se que 70% das pessoas já viveram isso. Em mulheres é um agravante.

De acordo com o Grant Thornton, apenas 25% dos cargos executivos foram ocupados por mulheres em 2017. Se a equidade de gênero fosse alcançada, o PIB aumentaria US$ 28 trilhões em 10 anos (McKinsey). Em busca de fomentar a igualdade entre homens e mulheres no mercado de trabalho, o LIDE FUTURO se uniu com a ELAS, escola focada no desenvolvimento pessoal de mulheres para realizar todas as edições do W LIDE FUTURO em 2020.

Lais Macedo, sócia do LIDE FUTURO, acredita que o debate sobre dados e informações a respeito da mulher no mercado de trabalho é importante para ter referências que as inspirem a seguir na luta pela igualdade. 

O Fórum Econômico Mundial mostrou que o Brasil caiu 5 posições no ranking de equidade de gênero. Sem ações de fortalecimento desse ecossistema, como é o caso do W LIDE FUTURO, promovido todos os anos, a equidade seria alcançada apenas em 200 anos. O evento, que é voltado a líderes, executivas, empreendedoras e convidadas teve 2h30 de conteúdo focado na palestra “O Despertar da Autoconfiança”, ministrado por Amanda Gomes e Carine Roos.

O encontro busca ressignificar o olhar das participantes por meio de debates, gamificação, dados e reflexões ao ‘hackear’ o sistema. “Quando a gente está falando de hackear o sistema, é sobre a gente entender tão bem como esse sistema funciona, pra gente questionar e provocar, tornando-se mais influentes e mais estratégicas”, explica Carine.

A ELAS surgiu quando as amigas e sócias viram que existiam poucas iniciativas para mulheres se sentirem confiantes nos cargos de liderança. Durante o W LIDE FUTURO, as especialistas abordaram a importância de reduzir o volume da autocrítica. Alguns dados foram apresentados, como o estudo da HP (2011) onde mulheres precisam ter 100% das qualificações indicadas para conseguirem se candidatar a uma vaga, enquanto homens se candidatam à ela com apenas 60% de qualificação.

A síndrome do impostor foi um dos temas debatidos durante a palestra. De acordo com  uma recente revisão bibliográfica do International Journal of Behavioral Science, estima-se que 70% das pessoas já passaram por experiências deste tipo, com um agravante maior em mulheres. 

Entre os chamados “sintomas” da Síndrome do Impostor, Carine Roos pontuou que o perfeccionismo, atrelado ao medo de nunca estar satisfeita com os feitos é um dos mais problemáticos para a construção da autoconfiança. Nos cursos ministrados pelo grupo de liderança feminina, as empreendedoras contam que aproximadamente 90% das mulheres levantam a mão por já terem vivenciado a síndrome em algum período.

Um dos jogos propostos foi assimilar palavras entre os gênero feminino e masculino e carreira ou família. Como resultado, as participantes notaram que palavras do gênero feminino são mais associadas à família, enquanto palavras masculinas são, normalmente ligadas à carreira. 

A força interna, a força externa e a força estratégica da cultura da empresa constróem a pirâmide para alavancar o empreendedorismo feminino e o autodesenvolvimento. Amanda Gomes explica que o ideal é encarar a vida como um jogo, encarar nossos papéis como um jogo, sendo íntegras, éticas e genuínas. “Quando a gente se coloca na condição de se perguntar qual a sacada da fase que eu ainda não peguei, a gente tá assumindo a responsabilidade de ser protagonistas desse jogo e decidir jogar enquanto ele é conveniente pra mim e eu decido continuar nesse jogo ou não”, conclui.

“Nossa força são as nossas emoções. A gente não tem que ser racional, a gente tem que ser assertiva. Que na verdade é: entender as minhas emoções, me apropriar das minhas emoções, mas canalizar nossas emoções nas decisões certas”, pontua. 

LIDE FUTURO e ELAS realizam workshop sobre liderança feminina

Com o objetivo de auxiliar empresárias no desenvolvimento pessoal e profissional, W LIDE FUTURO acontece pela primeira vez no modelo on-line

O LIDE FUTURO se uniu à Escola ELAS, primeira escola de liderança feminina brasileira, para realizar o primeiro W LIDE FUTURO do ano. No formato on-line pela primeira vez, o encontro virtual acontece dia 29 de abril, das 18h às 20h30, e tem o objetivo de fomentar a igualdade entre homens e mulheres no mercado de trabalho, além de atrair filiadas para o grupo.

Lais Macedo, uma entre os doze sócios do LIDE FUTURO, acredita que o debate sobre dados e informações a respeito da mulher no mercado de trabalho é importante, assim como ter referências que as inspiram a seguir na luta pela igualdade.

Na ocasião, a ELAS, escola focada no desenvolvimento pessoal de mulheres que desejam assumir posições de destaque nas empresas, em seus negócios ou na sociedade, apresentará o workshop “O Despertar da Autoconfiança para Conquistar o Mundo”.

A ideia da palestra ministrada por Amanda Gomes e Carine Roos, fundadoras do ELAS, é ressignificar o olhar das executivas, empreendedoras e sucessoras que estarão presentes, criando uma visão de futuro, ao passar ferramentas que impactam em menos de 2 horas e que trazem insights práticos para as profissionais. 

Carine Roos reforça o propósito dos encontros e destaca: “Acreditamos que é preciso educar e orientar sobre diversidade, gênero e raça para formar novas lideranças, além disso, buscamos reduzir a desigualdade de gênero promovendo a equidade, principalmente no ambiente profissional. A participação de mulheres na tomada de decisões é essencial para o crescimento de empresas.”

Performance, cultura e atenção às mudanças são pontos primordiais para o seu negócio?

Para o CEO da Vinci Partners, Alessandro Horta, alguns questionamentos internos de um CEO são essenciais para gerir um negócio

No dia 12 de fevereiro, Alessandro Horta concedeu uma memorável mentoria para os filiados do LIDE FUTURO. Sua empresa, a Vinci Partners, onde ele é o CEO, foi fundada em outubro de 2009 por um grupo de gestores com ampla experiência no mercado financeiro e com profundo conhecimento da economia brasileira, sendo que a empresa é uma plataforma de investimentos alternativos especializada em gestão de recursos, de patrimônio e em assessoria financeira.

Durante a mentoria, Alessandro falou sobre a importância da avaliação 360 graus para o desempenho de seu time; a necessidade de todas as empresas construírem sua reputação (build trust) e que mentir é o pior caminho para essa construção; e, em detalhes, comentou sobre os problemas de gestão de uma empresa no dia a dia.

O empresário fez questão de contar em seu mentoring alguns insights que contribuem diariamente para o seu crescimento profissional e pessoal. Para ele, performance, cultura e atenção às mudanças são pontos primordiais.

Não é à toa, com toda essa experiência, que Alessandro ajudou na construção da carteira atual da Vinci: R$ 35 bilhões sob sua gestão e 190 funcionários.

Rafael Turk, CEO da Entria, e filiado ao LIDE FUTURO, destacou o ganho com o evento: “A diversidade de frentes que a Vinci Partners atua é impressionante: de alimentos à infraestrutura. Todas extremamente relevantes na economia brasileira. Alessandro Horta apresentou um belo quadro de como montar e gerir o time que deu vida a esses investimentos”.

Alessandro Horta, concluiu que, no fim, é tudo história. “As pessoas se movem por narrativas, o cérebro humano funciona desta forma. E economia não é só matemática, são seres humanos que a movimentam”.

LIDE FUTURO coloca em pauta negócios pouco explorados em seus “Talk and Beer”

Encontros levantaram o debate de como encontrar soluções inovadoras em um mundo tão competitivo

O primeiro LIDE FUTURO Experience de 2020 aconteceu no dia 4 de fevereiro, com um Talk and Beer sobre negócios improváveis, realizado na Caravan Studio, uma cervejaria artesanal localizada em Pinheiros.

Com mediação de Laís Macedo, uma das sócias do LIDE FUTURO, a conversa contou com a presença do sócio fundador da Nanica, Leonardo Macedo, que comanda a doceria que vende mais de 40 mil pedaços de tortas por mês, e do empresário da Caravan Studio, Jaimes Almeida Neto.

Também marcaram presença no evento, Rodrigo Miranda, fundador e CEO da Zaitt, primeiro mercado 100% autônomo da América Latina, e Alexandre Calaes, fundador e CEO da Dr. Pocket, uma integradora de serviços da área da Saúde Íntima que, em apenas seis meses, teve seu faturamento ampliado em 100%.

Talk and Beer no Caravan Studio

Durante o encontro, os empreendedores compartilharam os desafios de liderarem negócios exponenciais, mas ainda pouco explorados. Leonardo, fundador da Nanica, contou sobre a consolidação de uma startup de gastronomia voltada a um nicho de vendas específico: a produção de tortas de banana. A empresa cresceu tanto que estão abrindo uma nova unidade na Rua dos Pinheiros, uma das ruas mais enérgicas da capital paulista. Além disso, ele também destacou a importância do relacionamento com os clientes para o posicionamento da marca que já tem quase 100 mil seguidores e que já conquistou clientes como Bruna Marquezine e Priscilla Alcântara.

O anfitrião da noite e fundador da Caravan, Jaimes Almeida Neto, explicou sobre o cuidado necessário para gerenciar um serviço que entrega a qualidade da cerveja artesanal a um público acostumado com a bebida oferecida pelas grandes marcas. Além disso, destacou que a fábrica e a cervejaria ficam no mesmo endereço, uma região majoritariamente residencial – estratégia essencial para a consolidação da cervejaria.

Rafael Cosentino, sócio do LIDE FUTURO, comentou sobre o evento: “O LIDE FUTURO é uma plataforma que fomenta conteúdo, experiência, negócios e networking entre jovens lideranças, por isso, fico muito contente em promover eventos como esse”.

Já no dia 17 de fevereiro, aconteceu o segundo LIDE FUTURO Experience do ano, no mesmo formato Talk and Beer sobre o tema: “Vamos falar sobre tecnologia?”, que aconteceu na sede da Blue Performance, na Vila Olímpia. O evento trouxe para os filiados do LIDE FUTURO uma experiência com muito networking, fomentada por uma rica troca de conteúdo entre os participantes. Anseios, dúvidas, críticas e aprendizados em torno de ferramentas tecnológicas como impulsionadoras de vendas foram trazidos em uma dinâmica de bate-papo em grupos. E nesse encontro de pontos em comum é que surgiram diversas conexões, parte essencial do propósito LIDE FUTURO.

“Receber os membros do LIDE FUTURO foi uma experiência incrível e uma excelente oportunidade de troca e aprendizados. Conseguimos debater pontos e dúvidas da sopa de letrinhas de marketing digital com tecnologia”, destacou Celso Oliveira, CEO & CTO da Blue Performance.

Os dois eventos juntos reuniram mais de 100 participantes, entre eles jornalistas, empresários, filiados do grupo e convidados estratégicos.

Conexão emocional trouxe à Trigg mais clientes

Marcela Miranda, CEO da Trigg, conta quais foram os gatilhos para o sucesso da empresa

Marcela Miranda deixou claro aos filiados do LIDE FUTURO suas duas paixões: ela é aficionada por NFL (National Football League), a famosa liga de futebol americano e, também, ama comandar a Trigg, uma fintech que utiliza tecnologia digital aplicada de uma maneira inteligente ao mundo das finanças.

Como CEO da Trigg, contou a todos, durante o evento By Members promovido na noite do último dia 30 na sede da Inovalli, alguns detalhes sobre o sucesso da empresa no mercado de fintechs: “Devolver parte da fatura do cartão de crédito para o cliente, o famoso cashback, foi uma das principais sacadas da Trigg”.

Atualmente, a porcentagem do cashback do valor gasto varia de 0,55% a 1,30% do total da fatura do cliente. Em um simulador no site da Trigg é possível verificar quanto voltaria a cada compra, antes de realizá-la. Por exemplo, se a pessoa gastar R$ 5.000/mês, terá um cashback de 1,30%, ou seja, R$ 65 de volta. Para empatar com a anuidade (R$ 9,90/mês) e, com isso, não ter custos com o cartão de crédito, que tem bandeira internacional, é necessário ter uma fatura de R$ 1.414,28 por mês.

Uma das perguntas que Marcela fez aos filiados era exatamente o tema principal de sua apresentação: “O que você vai fazer quando seu negócio virar commodities?”, sendo que, para ela, a resposta está na geração de conexão emocional com o seu cliente. “Um dos gatilhos para o crescimento da nossa empresa foi o lançamento dos cartões de crédito com personagens de histórias em quadrinhos e de filmes, como o Joker [Coringa, no Brasil]. Lançamos esses cartões e iniciamos essa conexão emocional com o nosso público”, contou Marcela, que complementou: “Todos que empreendem não podem esquecer de manter essa conexão emocional que foi gerada com sucesso entre a empresa e o cliente. De nada adianta ser algo esporádico”.

Com muito bate-papo e networking, o evento contou com a presença de mais de 50 filiados.

E, no fechamento desta matéria, foi anunciado que o Vector, fundo de investimento da financeira Omni, que já detinha 70% da Trigg, comprou o restante da companhia. O LIDE FUTURO parabeniza Marcela Miranda e seu sócio, Guilherme Müller, por mais essa conquista!

A grande virada da Espaçolaser contada em detalhes

Fundadores da Espaçolaser recebem filiados do LIDE FUTURO em mais uma edição do Mentoring

A busca incessante pelo alcance da beleza pessoal tem crescido nos últimos anos, mesmo em momentos de crise. O Brasil já é o terceiro maior mercado consumidor de produtos de beleza em todo o mundo, atrás apenas dos Estados Unidos e do Japão.

E quem está na crista dessa onda é a Espaçolaser. Fundada em 2002, virou o nome mais lembrado, ao lado da Gillette, quando o assunto é depilação no Brasil, além de ser a marca líder em depilação a laser no país e no mundo.

Com tudo isso, o LIDE FUTURO não poderia deixar de promover um encontro entre seus filiados e os fundadores da empresa, Paulo Morais e Ygor Moura, o qual ocorreu na noite de 21 de janeiro, na sede da Espaçolaser, em São Paulo.

Paulo e Ygor contaram em detalhes o desespero que passaram no ano de 2014, com a queda vertiginosa nas vendas após o fim da febre dos sites de compras coletivas, e qual foi a saída encontrada para transformar a Espaçolaser em uma das principais marcas de franquia do país.

“Estava voltando para São Paulo, encostado com a cabeça na janela do avião, preocupado com o prejuízo que a empresa estava tendo naquele ano de 2014, quando a ideia de fazer um sistema de indicação me veio à cabeça”, disse Moura. Com essa ideia na cabeça, ele sentou-se com seu sócio e elaboraram o planejamento de como seria esse sistema de indicação. Foi a salvação da empresa, concordaram os sócios.

Outra grande história contada pelos fundadores foi a transformação de seu modelo de negócio para o segmento de franquias, ao lado do empresário José Carlos Semenzato e da apresentadora Xuxa Meneghel.

Neste ano de 2020, a Espaçolaser está entre as 50 maiores franquias do Brasil, ocupando o 30º lugar no ranking realizado pela Associação Brasileira de Franchising (ABF), contando atualmente com 520 lojas em todo o Brasil e planejando abrir unidades em mais quatro países da América Latina.

Após a mentoria, os filiados do LIDE FUTURO tiveram a oportunidade de conversar com os fundadores, trocando experiências e realizando networking. “Foi um momento para dividirmos nossas experiências com empreendedores, algo enriquecedor para nós. Encontros como esses nos motivam a continuarmos em nossa missão e caminhada”, disse Paulo.