Paridade de gênero é tema de debate do W LIDE FUTURO

O LIDE FUTURO promoveu, no dia 11 de setembro, uma edição especial de seu programa de liderança feminina, o W LIDE FUTURO, em parceria com o LinkedIn Brasil. O evento debateu a paridade de gênero como prioridade estratégica nas empresas brasileiras.

Foi a primeira vez que o W LIDE FUTURO foi aberto às lideranças masculinas filiadas ao grupo. De acordo com Laís Macedo, sócia e CEO do LIDE FUTURO, “foi um evento marcante por termos incluído os homens, vimos o quanto esse debate é horizontal e precisa ser plural. É preciso explorar temas como diversidade e inclusão de todos, trazer diferentes pontos de vista. É assim que ocorre a construção de tudo isso, de forma conjunta”.

A discussão foi respaldada pelo estudo do LinkedIn com a Bain & Company: “Sem atalhos: transformando o discurso em ações efetivas para promover a liderança feminina”, e contou com as palestrantes Luciana Batista, sócia da Bain & Company, e Ana Cláudia Plihal, Head de Soluções de Talentos do LinkedIn.

De acordo com o estudo, a diversidade de gênero em empresas brasileiras avança a passos lentos. É preciso lembrar que a atual situação é reflexo de práticas existentes há décadas.

No entanto, existem pontos positivos nessa trajetória de mudança. A Organização Internacional do Trabalho (OIT) indica que 74% das empresas que monitoram o impacto da diversidade de gênero na liderança de sua organização reportam crescimento de 5 a 20% em seus lucros.

O estudo mostra que aqueles colaboradores que acreditam trabalhar em empresas que priorizam a igualdade de gênero ou a diversidade como um todo, demonstram pelo menos o dobro do engajamento em relação ao total de respondentes.

Ainda de acordo com o material, com ações sustentadas e articuladas, é possível criar um ambiente no qual tanto a empresa quanto seus funcionários prosperem. Com intenção e foco, é possível sair do discurso e partir para a ação, ganhando tração.

Por fim, a Bain & Company e o LinkedIn, por meio de seu estudo, dão recomendações práticas para ajudar uma organização a promover maior inclusão e diversidade em suas companhias, com foco na conquista da paridade de gênero na liderança—considerado o ponto de partida para desencadear ações de inclusão.

Para acessar o estudo completo, clique aqui.

Como fazer escolhas diante de um universo de possibilidades?

Por Rafael Cosentino, Presidente do Comitê de Gestão do LIDE FUTURO

Demorei quase duas semanas para completar meu texto sobre minha experiência no South By Southwest (SXSW) 2019 e simplesmente ainda não acho que tenha conseguido digerir 100% da experiência que o evento me proporcionou. Ainda considero uma enorme responsabilidade escrever, primeiro porque ao descer do avião em Austin, você entende que algo muito diferente está para acontecer olhando ao seu redor, e percebe que existem pessoas de todas as nacionalidades do mundo e que o lugar pode ser a casa temporária de todos! A cidade possui um grande policiamento e ótima infraestrutura para que locais e estrangeiros convivam em harmonia pelos próximos dias.

Ainda sobre Austin, você percebe que mesmo sendo a capital do Texas, é uma cidade calma com uma vida universitária ativa e preparada para receber eventos. Ao redor do centro de convenções são mais de 15 hotéis e todos com suas salas de convenções, algumas interligadas com o grande pavilhão. As estimativas dos organizadores é que passaram por lá quase 450.000 (quatrocentas e cinquenta mil) pessoas em todos os dias do evento, um número que por si só já impressiona. Os brasileiros, inclusive, somaram 1.600 participantes em 2019.

Mas vamos ao evento:

No primeiro dia você descobre que não se preparou o suficiente e que a FOMO (Fear of Missing Out), famosa síndrome de se sentir por fora, pode e deve atacar, pois serão em apenas dez dias mais de 5.000 eventos, sendo muitos simultâneos e, por consequência, suas escolhas importam muito! Logo no primeiro dia, percebi que tinha selecionado diversas palestras muito legais e obviamente uma em cima da outra e com isso acabei tendo que fazer minhas escolhas! Mas como brasileiro sempre se apoia logo no primeiro dia, diversos grupos de Whatsapp surgem e isso te ajuda a acompanhar as demais palestras do evento com o áudio transcrito pelo menos e, ainda de quebra, serve como ótimo repositório de conteúdo!

Sobre conteúdo em geral, o SXSW é um evento de diversos temas, que aborda desde diversidade, liderança, tecnologia, marketing, novos mercados, como o de Cannabis, a cinema, música, games, visões de futuro e feiras com apresentação de startups e produtos. Como suas escolhas importam, é muito importante que você saiba quais são os seus objetivos e pontos de interesse com o evento. Foram escolhas difíceis, mas meu interesse está no mercado imobiliário, tecnologia e saúde. Após alguns conflitos de agenda, consegui traçar uma rota que obviamente não cumpri 100% e, o principal, você descobre que uma hora é necessário comer algo e isso pode te fazer perder alguma palestra, faz parte!

Meu circuito de palestras foi tentar entender como eles estão enxergando as cidades do futuro, desde como a população pode ajudar com isso, até a questão da mobilidade nas cidades, seja com aplicativos de transporte compartilhados até os novos desafios dos carros compartilhados. Nas duas palestras, algo que foi bastante ressaltado foi o fato de sempre se usar a tecnologia para expandir e manter o maior número de pessoas informadas dos acontecimentos.

Outra palestra muito interessante foi sobre como a análise genômica de um vírus pode ajudar as autoridades de saúde e cientistas a traçar a rota de um vírus, sendo possível descobrir de qual cidade do mundo o vírus surgiu e por onde ele entrou em determinado país! (Tínhamos como exemplo, infelizmente, o caso do Brasil com o vírus da Zika, em que, graças ao sequenciamento, foi possível determinar quando e por onde ele migrou do continente africano para o Brasil).

Em alguns momentos peguei algumas palestras mais aspiracionais ou mais desenvolvedoras de conteúdo como o caso do Interactive Keynote, com o Roger Mcnamee, em que ele explicou como o Facebook foi tolo o suficiente para ser pego no caso do uso indevido de dados dos seus usuários e que hoje ele estava mais preocupado com Microsoft, Google e Apple pelo fato de eles estarem sendo cuidadosos para ninguém conseguir fazer nada. Em outra palestra, muito bacana, tivemos uma entrevista com a Gwyneth Paltrow. Na minha opinião, a melhor palestra do evento! Além de mostrar o seu lado empreendedora e líder do seu negócio, a entrevistadora, a jornalista Poppy Harlow, conseguiu extrair um lado humano, de filha, mãe, esposa e mulher da Gwyneth que fez a palestra ser única e bem produtiva. Foi tão boa que gerou a curiosidade e me fez pegar um patinete da Jump e ir até a Pop Up Store deles em Austin.

Outras duas palestras incríveis foram com Nile Rodgers e com o Merck Mercuriadis e a entrevista com o Adam Horovitz e Michael Diamond do Bestie Boys.

Ainda sobre o conteúdo, conferi palestras como “Criando confiança em tempos desconfiados”, “Coletando seus dados de forma exaustiva e isso pode ser sua vantagem”, “Como o VR e o AR estão mudando a forma como nós nos expressamos” e “Blockchain, o voto: Votando em aparelhos Mobile com Blockchain”, essas com conteúdo bem legais, mas mais Hype, e, de certa forma, um pouco mais longe do atual cenário do Brasil, mas provavelmente um breve rumo do nosso futuro, claro, que este está em constante mudança.

Dos participantes do evento, minha conclusão é que você está com a oportunidade de estar junto com as melhores cabeças do mundo dos mais diversos assuntos por dez dias, isso é único e uma baita oportunidade, por isso não tenha medo de conversar, fazer perguntas e interagir, realizar networking puro com diversas pessoas do mundo!

Uma parte muito interessante e que ajuda a criar a sua atmosfera são as ativações desenvolvidas ao redor do evento. São diversos países e empresas que assumem espaços da cidade com suas próprias “casas”, desde o nosso Brasil, passando por Canadá, Austrália, Escandinávia, alguns que visitei, e empresas como SAP, Dell, Alienware, Facebook, LinkedIn, entre outras. O interessante é que essas casas geram conteúdos paralelos ao evento principal e normalmente no final do dia, desde shows até eventos de comédia e, claro, os famosos free drinks!

Após esses dias intensos e de muita experiência adquirida no meu primeiro SXSW 2019, em uma conversa com alguns amigos que participaram comigo, nossa conclusão é que mesmo em alguns momentos participando das mesmas palestras, o evento é tão grande e com tanta informação simultânea que me arrisco a dizer que todos que tiveram a experiência de participar de um SXSW tiveram o “SEU SXSW”, isto é, ninguém possui a mesma memória ou a mesma opinião de nada do evento. Aliás, isso que faz com que seja um evento único e transformador. Que venha o SXSW 2020.

Quem quer ser chefe?

Por Rafael Cosentino, Presidente do Comitê do LIDE FUTURO

Em tempos de glorificação das posições de liderança, se você fizer essa pergunta em qualquer ambiente, provavelmente, sua resposta será que todos os presentes querem ser o chefe, mas afinal, o que realmente significa ser “o Chefe”?

Muitas pessoas confundem a ideia de ser chefe com a de ser empreendedor, livre, dono das próprias escolhas ou desafios e, por último e melhor, dono do seu tempo! Mas realmente, o ser “Chefe”, seja no seu próprio negócio ou como um executivo em uma corporação, não é todo esse glamour apresentado e, pior, por vezes, vem acompanhado de um lado obscuro e sombrio que o mundo dos reality shows não mostra na TV, as lives do Instagram omitem e a super foto do Facebook jamais mostrará.

Ser líder de qualquer unidade de negócio, vai além de apostar em diversas renúncias. Significa se transformar profissionalmente em psicólogo, advogado, consultor, parente, mentor e, ainda em momentos difíceis de tomada de decisão, quem sabe, envelhecer uns 20 anos e simplesmente não ter ninguém para compartilhar o seus problemas ou atual situação de carreira ou até de vida. Aliás, vivemos tempos de pessoas que se dizem incríveis, mas nunca avançaram até a página 2 dos seus negócios, ou nunca foram líderes de fato. É fácil encontrar nas mídias sociais, “Líderes ou empreendedores de sucesso”, mas qual é a real? Onde estão os números? Cadê o mérito no seu desafio? Ainda podemos fazer outras perguntas como estas, exatamente onde se abre o abismo entre chefe e colaborador.

Os desafios com o ser humano são muito mais importantes que os desafios técnicos, mas um ótimo comunicador sem técnica, não se sustenta no longo prazo. É necessário continuar o desenvolvimento das habilidades de forma que você consiga “fazer” caso seja necessário e, ainda mais importante, caso você não saiba, seja capaz de pedir ajuda e aprenda algo que seus liderados estão executando. Sem isso, uma liderança somente com incentivos e boa oratória, sem a parte técnica, não se sustenta, pois seus colaboradores desenvolvem o senso que o seu “Chefe” não faz a menor ideia do que está acontecendo e que está desqualificado para sua função, tornando-se um chefe superficial e sem profundidade nos assuntos.

Se você algum dia já se questionou quais eram as habilidades que você, como chefe, deveria desenvolver para ser um líder melhor, bem-vindo a este seleto clube que não possui manual de instruções. Provavelmente você já se sentiu sozinho na hora da tomada de decisão ou em meio a questionamentos infinitos, e também já esteve sozinho até tarde no trabalho. Ou pior: quando você se torna chefe e seus “amigos” do trabalho simplesmente deixam de almoçar com você ou de conversar sobre a vida particular, afinal, agora você possui o poder mágico do cargo e eles se sentem ameaçados com as possibilidades desse “poder”.

Não existem lições únicas, nem sempre a forma de uma pessoa liderar serve para outra, nem sempre uma decisão que funcionou para o projeto A funcionará para o projeto B. A forma de tratar um dos seus liderados não funciona com os demais. Nesse ponto, você descobre que quando virou chefe, também ganhou um novo título citado anteriormente, o de “psicólogo”. Além dos problemas do trabalho, você precisa ter a sensibilidade de entender se existem outros tipos de problemas externos que podem estar minando ou sugando a capacidade/atenção do seu liderado.

E aí que entra outro grande desafio: a Gestão de Pessoas. Nesse ponto você precisa engajar, seja ajudando, ensinando, preparando, mostrando para seu time que existe luz no fim do túnel e qual a direção que a empresa espera que o grupo reme e, quando necessário, fazer as correções necessárias. Todo curso sobre empreendedorismo, ou melhor, na minha opinião, todos os cursos superiores deveriam abordar gestão de pessoas como um item muito importante na formação de todos os profissionais. Uma gestão eficiente de pessoas pode levar um projeto para o sucesso, assim como uma gestão ineficiente pode desagregar um time, gerar contratações ruins, matar um negócio saudável e até transformar sucesso em insucesso.

Outro mito comum é o de que “chefe não trabalha”. Será? Por vezes ser “chefe” significa ter funções administrativas que só podem ser feitas por você, como apontado acima, desde gestão de pessoas, gerenciamento de recursos da sua área, desenvolvimento do orçamento anual, até se reportar ao conselho ou sócios da empresa ou ao seu superior. No caso de um empreendedor ou CEO, ainda cabe a este pensar de forma geral ou até desenvolver o futuro do seu negócio e fazer isso com uma linguagem que todos abaixo consigam entender e entrem no desafio de buscar esse futuro.

Nesse momento, me questiono, será que preencho todos os requisitos acima apontados? Com certeza não, mas algo que aprendi durantes estes anos  como empreendedor é que não devemos ter medo de, em caso de dúvida, perguntar, em caso de inquietação, argumentar. Temos sempre que buscar novas soluções, mesmo que isso exija um exercício que já foi realizado com sucesso, sempre antes de falar, ouvir e, quando for necessário, ser duro. Acima disso, devemos sempre ser determinado e ético, buscando evoluir e aprender mais para se tornar mais completo e melhor.

Mas a lista de dificuldades não para por aqui. Existe um último inimigo que pode aparecer junto com o cargo do chefe: você mesmo, ou melhor, o seu “ego”. Do dicionário Dicio, ego é a parte central ou nuclear da personalidade de uma pessoa. Infelizmente, a frase que é atribuída à Abraham Lincoln “Quase todos os homens podem suportar a adversidade, mas se você quiser testar o caráter de um homem, dê-lhe poder” é extremamente verdadeira e atual. Uma atitude capaz de arruinar sua carreira e liderança é colocar seu ego à frente dos objetivos do seu negócio ou empresa. Óbvio que todos devemos ter um pouco de amor próprio e isso é ego, mas controlá-lo pode determinar seu sucesso como líder ou seu completo despreparo para assumir essa ardilosa e dura missão.

As conclusões sobre ser chefe são que, por vezes, você será psicólogo, por vezes ficará sem dormir preocupado com suas metas ou seu negócio, por vezes você não saberá o caminho ou a atitude que deve ser tomada, mas saberá para quem perguntar, por vezes você será o primeiro a chegar e o último a ir embora, por vezes você  estará pronto para tomar uma decisão difícil, por vezes você fará o que ninguém espera e, por fim, ainda sim, você continuará desconfiado se você está no caminho correto e se é capaz de ser o líder que seus liderados esperam e precisam. Ser chefe significa carregar várias responsabilidades, desde as metas da empresa até a vida dos seus liderados. Essa responsabilidade não diminui com o tempo, pelo contrário, só aumenta e fica cada vez mais complexa.Apesar de todos os desafios acima apontados, tenho a certeza de que a função chefe é incrível quando você consegue participar da evolução de um colaborador, seja no trabalho, seja na vida pessoal dele, ou quando com a sua liderança, seu time consegue entregar resultados melhores do que o esperado, ou ainda, quando você cresce a equipe e por mérito, reconhece o time e abre frente para antes um colaborador, agora se tornar chefe também.

5 dicas para organizar a vida financeira em 2019

Fábio Corrêa, cofundador do LIDE FUTURO, oferece um passo a passo para quem deseja maior estabilidade no próximo ano

A chegada de um novo ano pode ser o momento ideal para programar uma viagem, trocar de carro ou dar entrada em uma casa própria, mas para isso acontecer, antes de tudo, é necessário ter uma vida financeira organizada.

Ao longo dos 12 meses do ano, inúmeras despesas não programadas surgem pelo caminho e a falta de planejamento pode ser uma armadilha perigosa para as finanças. O conserto do carro ou um gasto com saúde, por exemplo, podem ser fatais para quem ainda tem dúvidas de como se comportar perante as contas.

“Certamente, o primeiro passo para se organizar financeiramente é saber o quanto entra e o quanto sai”, afirma o economista Fábio Corrêa. Pós-graduado em finanças e com expertise de mais de dez anos no setor, é sócio cofundador do LIDE FUTURO, grupo de jovens líderes empresariais que tem o objetivo de compartilhar experiências, fomentar práticas de sucesso no ambiente empreendedor e promover uma qualificada rede de networking.

Com o intuito de ajudar quem busca mudanças significativas para 2019, ele elencou cinco dicas fundamentais para equilibrar as contas e ter uma vida financeira saudável, tranquila e estável.

Passo 1 – Conheça suas finanças
A primeira coisa a fazer é saber exatamente o quanto de dinheiro entra e o quanto dele você gasta. É muito importante ter disciplina para nunca expender mais do que se ganha. Uma dica interessante é colocar todas essas informações numa planilha, por exemplo, para ter um controle maior e mais eficaz.

Passo 2 – Poupe dinheiro
Quando você sabe exatamente o quanto recebe e o quanto gasta, é hora de realizar uma análise crítica de despesas supérfluas. Dentre todos esses custos, defina, por prioridade, os mais relevantes para você. Os custos que tiverem menor importância na sua vida, devem ser cortados ou diminuídos. Essa economia varia de pessoa para pessoa, mas deve englobar de 10% a 30% da sua renda mensal.

Passo 3 – Crie uma reserva financeira
Agora que você entende tudo das suas finanças e ainda economiza dinheiro, está no momento exato para criar uma reserva financeira bacana que vai ser primordial para qualquer acontecimento inesperado, como a perda de um emprego, por exemplo. Essa reserva deve ser suficiente para suprir os gastos dos próximos seis meses.

Passo 4 – Estabeleça metas
Todos essas passos ganham ainda mais força quando estão atrelados a metas. Ou seja, faça uma lista de tudo que deseja realizar em 2019, isso pode incluir um curso, uma viagem, a compra de um carro ou imóvel – práticas que envolvem gastos. Quando você tem que reduzir os custos por um objetivo, a ação se torna muito mais fácil e sadia.

Passo 5 – Fuja das dívidas
Tenha muita disciplina para usar o cartão de crédito e controle adequadamente seus gastos. Se você já se vê mergulhado em dívidas, é hora de ir ao banco tentar negociá-las para, quem sabe, conseguir um bom desconto. Utilize a internet a seu favor e conheça artimanhas para não cair nessa cilada. O site da XP e da Infomoney são importantes canais de informação financeira.