A NOVA REGULAMENTAÇÃO E POTENCIAL DE MERCADO DO CANABIDIOL

Autor: Gabriel Barbosa, analista de P&D da HempMeds Brasil

A regulamentação de produtos à base de Cannabis deu mais um passo no início do mês passado. A Anvisa aprovou a resolução que dispõe sobre os procedimentos para a concessão da Autorização Sanitária para sua fabricação e importação, e estabeleceu requisitos para a comercialização, prescrição, dispensação, monitoramento e fiscalização de produtos de Cannabis para fins medicinais, além de outras providências. Ainda assim, a RDC 327/2019 foi vista por uns como um passo largo; por outros como pequeno; e, para vários, como um tropeço.

A importação de produtos à base de Cannabis no Brasil é uma realidade, desde meados de 2014, concedida por meio de autorizações excepcionais e ações judiciais. O primeiro caso foi noticiado em abril de 2014, quando a família da pequena Anny Fischer recebeu autorização judicial para importar legalmente os produtos ricos em canabidiol (CBD), que já eram adquiridos de forma ilegal e utilizados com resultados incontestáveis no controle das crises convulsivas da paciente. Quatro meses depois, foi concedida a primeira autorização judicial para uma paciente importar um produto rico em tetraidrocanabinol (THC). Posteriormente, essas ações foram consolidadas por meio de novas resoluções da Anvisa, das quais destacam-se a RDC 17/2015, que dispõe sobre a definição dos critérios e procedimentos  para  a  importação de  produto  à  base  de CBD, em  associação  com  outros  canabinoides, mediante prescrição médica; e a RDC 66/2016, que amplia a possibilidade de prescrição e importação de produtos contendo maiores níveis de THC do que CBD por meio da atualização do Anexo I da Portaria SVS/MS nº 344/98 e de alterações na primeira RDC citada.

Poucos anos passados, a medicina canabinoide foi se popularizando. Com os primeiros pacientes a receberem a autorização exibindo benefícios terapêuticos, novas famílias buscaram o tratamento para novas patologias; médicos passaram a se interessar mais pelo assunto e fazer as primeiras prescrições; e empresas especializadas foram atraídas e se instalaram no Brasil. Essa popularização possibilitou um grande aumento na oferta de informações, sendo que, atualmente, é possível encontrar mais de um curso relacionado à Cannabis medicinal por mês. No entanto, veio acrescida de um grande custo: a demora, cada vez maior, ao acesso a esses produtos. Como cada autorização era concedida em caráter de excepcionalidade, mediante análise de receita médica, laudo e termo de responsabilidade, cada pedido era analisado individualmente e o paciente era autorizado, ou não, a importar os produtos para o tratamento. A alta demanda fez com que os pedidos sobrecarregassem os responsáveis pela análise dos documentos na Anvisa e, dessa forma, o tempo de espera, que já foi de até 15 dias, chegava a levar mais de 70 dias. Além desse tempo, ainda restava o trânsito do produto, que geralmente sai dos Estados Unidos até o Brasil. Isso significa que, se o paciente passasse em uma consulta hoje, no dia 6 de janeiro, seu tratamento com os produtos de canabidiol só teria início por volta do dia 6 de abril, cerca de 3 meses depois.

Com a aprovação da RDC 327/2019, a Anvisa cria uma nova categoria, a de “produtos à base de Cannabis”. Ao contrário do que vinha sendo apresentado nos textos anteriores aos pedidos de vista, estes produtos não integrarão a categoria de medicamentos e, portanto, não poderão ser chamados como tal, embora sua liberação seja feita somente através de receitas médicas com os níveis mais elevados de controle. A criação de uma nova categoria permitirá uma facilitação no registro desses produtos que, ao receberem uma “Autorização Sanitária” (AS), poderão ser comercializados em quaisquer farmácias e drogarias do país, com exceção das farmácias de manipulação. Isso significa que, ao invés de esperar até 3 meses para iniciar o tratamento, o paciente poderá, saindo da consulta médica, se dirigir à farmácia mais próxima, adquirir os produtos receitados e iniciar o seu tratamento imediatamente.

A nova resolução ainda trata de outro canabinoide que traz mais polêmicas: o THC. Produtos que contêm até 0,2% deste canabinoide seguirão uma receita tipo “B”, e produtos com mais de 0,2% de THC terão um controle um pouco mais rigoroso, sendo liberados com receita tipo “A”, semelhante ao controle destinado à morfina. Isso porque esses produtos possuem potencial de dependência e só poderão ser destinados a cuidados paliativos exclusivamente para pacientes sem outras alternativas terapêuticas e em situações clínicas irreversíveis ou terminais.

Publicada no Diário Oficial da União no dia 11 de dezembro, a RDC 327/2019 entrará em vigência no dia 10 de março de 2020. Somente a partir desta data as empresas poderão solicitar o registro de seus produtos. Por ora, o procedimento de importação em caráter excepcional anterior segue valendo, afinal, o registro e início de comercialização do produto não acontecerá da noite para o dia. Vale ainda ressaltar que a nova resolução é transitória e que, de acordo com a agência, será revista em até 3 anos. Até o momento, o que se sabe é que a Autorização Sanitária não poderá ser renovada e, após o período máximo de 5 anos, as empresas que quiserem continuar no mercado deverão migrar seus produtos para categoria de “medicamentos”, atendendo aos procedimentos e legislações convencionais de registro, ou seja, validando-os por ensaios clínicos controlados até fase III, dentre outras exigências.

A votação da DICOL no dia 03 de dezembro terminou com outra decisão relevante para a discussão. Na oportunidade, não foi aprovada a resolução que tratava da regulamentação do plantio de Cannabis no país para fins medicinais e de pesquisa. É inegável o potencial agronômico brasileiro para produção de derivados de Cannabis, já reportado por uma startup nacional, ADWA Cannabis, através de um extenso mapeamento edafoclimático que buscava encontrar quais seriam as melhores regiões no país para o cultivo da planta. A produção em território nacional permitiria uma redução considerável de custos com matéria prima que se refletiria no preço final do produto.

Com essa negativa, as empresas terão somente a opção de finalizar seus produtos dentro do país, o que acarretará impactos em uma pequena parte da cadeia produtiva. Também não será permitido importar a planta em si, apenas matéria prima semielaborada, como o extrato. Na contramão da decisão da Anvisa, no mesmo dia da aprovação da resolução, um juiz do DF autorizou uma empresa do interior de SP a cultivar plantas de Cannabis com menos de 0,3% de THC para uso industrial diverso.

Essa “aprovação pela metade” tira muitas oportunidades de negócio no país, pois implica que parte do processo produtivo continuará sendo realizado no exterior. A restrição ao crescimento da indústria nacional impede a geração de novos empregos; impele a desaceleração do investimento externo no país, que acontecia de maneira especulativa antes da nova resolução; e distancia, inclusive, a possibilidade de um resgate social focado em algumas das regiões mais pobres do país, que poderiam servir para o desenvolvimento do agronegócio relacionado à indústria da Cannabis. É importante, contudo, lembrarmos que o modelo de plantio que vinha sendo discutido era indoor e, portanto, bem limitante, pois acabava restringindo a prática às iniciativas de grande porte pela exigência de investimento em espaços produtivos de alta complexidade, não apenas relacionado a capacidade geoclimática para o plantio.

Em suma, a resolução trará ao paciente a vantagem do acesso muito mais rápido ao produto após a prescrição, mas não deve garantir preços tão favoráveis quanto os que seriam possíveis com a regulamentação do plantio nacional. Além disso, a possibilidade de desenvolvimento econômico e da consolidação do Brasil como um grande player mundial nessa indústria permanece adormecida.

LIDE FUTURO anuncia nova estrutura de gestão

Desde outubro de 2017, 12 empreendedores se uniram com o sonho de transformar o LIDE FUTURO, braço jovem do LIDE – Grupo de Líderes Empresariais, de um simples grupo de eventos para uma plataforma protagonista na jornada de jovens líderes, sendo um ambiente de diálogo, conexões, negócios e conhecimento empresarial. Para essa missão, Laís Macedo, que faz parte desses 12 sócios, assumiu o cargo de CEO, com o desafio de tirar esses planos do papel e transformar o projeto em uma empresa. Com sua bagagem de quase oito anos na gestão do LIDE, Laís estruturou o grupo, fortaleceu o propósito, reposicionou a imagem e a atuação no mercado, além de contribuir com novos projetos, com o crescimento de uma base qualificada e um time totalmente preparado.

Com a realização dessas metas e os novos desafios para 2020, é o momento de um novo passo no LIDE FUTURO. Laís Macedo deixa o cargo de CEO do LIDE FUTURO e passa a integrar o Comitê de Sócios Administradores. O time estruturado continua atuando no atendimento e desenvolvimento do grupo, agora liderado por seus sócios. O LIDE FUTURO continuará seu obstinado caminho de ser o melhor HUB de negócios para jovens empresários e centro de conhecimento e networking. O Comitê de Sócios Administradores é liderado por Rafael Cosentino, Fábio Fonseca e Laís Macedo. Junto com o time do LIDE FUTURO, todos estão, como sempre, preparados para atender e representar o grupo, seguindo à disposição para auxiliar os membros nos desafios dos seus negócios e carreiras.

Os sócios do LIDE FUTURO, Rafael Cosentino, Fábio Fonseca, Ivan Bermudes, Luiz Furlan, Otavio Juliato, Marcelo Bernardes, Mario Almeida, Paulo Focaccia, Ricardo Braghetta, Roberto Kanitz e Pedro Waengartner agradecem à sócia Laís Macedo, pela dedicação, esforço, competência e trabalho incansável no desenvolvimento do grupo nos últimos dois anos, e desejam boa sorte, resiliência, força na sua nova jornada empreendedora, além do agradecimento por sua permanência como sócia, auxiliando no projeto.

Laís, que chegou aos seus 10 anos de história no LIDE/LIDE FUTURO convivendo e aprendendo com diversos empreendedores e, tendo assumido uma jornada empreendedora no grupo nos últimos dois anos, dará mais um passo importante em sua carreira. Laís Macedo anuncia seu plano de empreender com marketing de relacionamento, experiência, impacto e influência. Segue com suas palestras nessa temática e, também, sobre o poder do networking. Agora, também, formaliza sua sociedade com Tatiana Sartori, na empresa B4 Marry, focada em eventos pré-wedding.

“Como sócia, entusiasta e apaixonada pelo LIDE FUTURO, sigo totalmente conectada ao grupo, trabalhando pelo seu crescimento e, como sempre, pela jornada dos nossos filiados, dedicada a apoiá-los para usufruírem ativamente do grupo. Apesar de empreender ser muito mais difícil do que nos contaram, é também muito desafiador e gratificante. Então é hora de usar toda essa bagagem para novos planos e sonhos, e seguir contribuindo ativamente com nosso Brasil empreendedor, inovando, movimentando a economia, gerando emprego e renda. É esse o papel do empreendedor que me move”, afirma Laís.

De um monastério budista para o LIDE FUTURO

Monge Satyanatha bate um papo com os filiados no último evento de 2019

Conhecido como Satyanatha – aquele que busca a verdade, o paulistano Davi Murbach, engenheiro da computação formado pela Universidade Estadual de Campinas (Unicamp) que se tornou monge em um monastério budista no Havaí, participou do último evento de 2019, realizado no espaço da LAJE, parceira do LIDE FUTURO.

Aos 23 anos, Saty, como é chamado, abandonou a promissora carreira para descobrir a própria essência. Ficou exilado em Kauai Aadheenam, estudando ensinamentos milenares sobre a evolução da alma e a vida terrena. “Eu estava me tornando escravo de uma habilidade. Tinha um emprego que me dava muita coisa, mas também me dava um vazio no coração. Decidi me transformar em alguém em quem eu possa confiar”, disse o monge.

Antes de ser aceito, ele teve sua determinação testada: durante um ano, seguindo orientações dos monges, isolou-se do convívio social no Brasil e, quando foi aprovado para ir até o Havaí, dormia fora do monastério, em uma cabana sem água e eletricidade.

As atividades coletivas aconteciam durante o dia e ele teve que encarar um teste final para ser de fato aceito: 33 dias meditando na frente de um muro de pedra, desde o nascer do sol até o cair da noite, apenas refletindo se queria mesmo entrar para o monastério.

Durante o encontro, Satyanatha trouxe muitos de seus aprendizados, com o propósito de dividir com as pessoas uma técnica de paz de espírito que funcionou para ele. Ele acredita que a mente traz para nós uma distorção cognitiva durante o tempo todo e que precisamos lapidar esse processo, entendendo que a vida e este corpo são apenas um meio e não um fim: “Neste mundo hiperconectado estamos perdendo o controle da nossa paz”, afirmou.

Como exemplo prático de sua principal mensagem: “A energia segue a atenção”, o monge encerrou o evento com uma meditação de 10 minutos, que foi suficiente para alterar a vibração de todo o ambiente, trazendo ainda mais significado para aquele momento presente.

Sócia do LIDE FUTURO, Laís Macedo acredita ter fechado o ano de forma muito especial: “a presença do monge Satyanatha foi importante para avaliarmos a nossa jornada, aprofundarmos nosso autoconhecimento e construirmos um novo ano de paz, evolução e felicidade, com base em seus ensinamentos de vida e práticas de meditação”.

Vá além da sua bolha e conecte-se com novas pessoas

Conhecer ou ter muitas pessoas adicionadas em sua rede social não significa ter um bom networking

Muitos empreendedores sabem da importância do networking, porém têm dúvidas de como agir para conseguir novas conexões. De acordo com Laís Macedo, sócia do LIDE FUTURO, “o networking é o principal ativo que um empreendedor pode ter. A jornada empreendedora tem muitos caminhos. Quando sua rede é capaz de te ajudar a encurtar o caminho entre um ponto A e um ponto B, ela se torna seu maior ativo”.

Para ela, autenticidade e não esperar nada em troca são a chave para o início de uma conexão de sucesso, pois não adianta você sair distribuindo cartões de visita sem fazer uma conexão qualificada com alguém. “Faça poucas, mas boas conexões”, afirma.

Laís Macedo lembra que as conexões de sucesso são aquelas que quando você precisar recorrer a uma determinada pessoa terá liberdade para isso: “tratam-se daquelas pessoas que você sabe que pode recorrer quando precisar, seja para pedir um conselho ou para te apresentar a alguém”.

Último happy hour do ano, com conexões!

No dia 10 de dezembro, aconteceu mais um LIDE FUTURO Experience, já em clima de despedida do ano. Mais de 50 filiados fizeram conexões saboreando um delicioso happy hour oferecido pelo parceiro do LIDE FUTURO: a BBQ Company House. Os presentes puderam curtir um menu especial de aperitivos BBQ, regado de muita Kirin Ichiban Premium e drinks elaborados com Jim Beam. Uma das ações do LIDE FUTURO foi a entrega de uma ficha a cada filiado na entrada do evento, que continha cinco sugestões de nomes para a realização de networking.

Anvisa libera registro e comercialização de Cannabis em farmácias no Brasil

A norma deve melhorar a vida de milhões de pacientes

A Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa) aprovou, na última terça-feira (3), por unanimidade, a regulamentação do registro e da venda de medicamentos à base de Cannabis, exclusivamente, em drogarias e farmácias brasileiras. A norma entrará em vigor em 90 dias e deve melhorar vida de milhões de pacientes que dependem desses medicamentos.

A resolução proíbe o cultivo da Cannabis, mesmo assim, horas depois, uma empresa conseguiu autorização por meio de decisão liminar da Justiça para importar e plantar sementes de cânhamo, ou “Hemp”, uma variação industrial da planta da maconha.

Segundo a Anvisa, as empresas brasileiras não devem abandonar as pesquisas de comprovação de eficácia e segurança de suas fórmulas, já que os estudos com os produtos à base de Cannabis se assemelham aos tradicionais medicamentos comercializados.

Marcelo Galvão, CEO da OnixCann | Cantera, comenta: “Temos uma vitória com essa liberação da Anvisa. Espero que todo o pacote neoliberal do atual governo possa começar a colaborar com o desenvolvimento econômico de nosso país, deixando que as empresas trabalhem de forma saudável, economicamente mais livres”.

Sobre as oportunidades de negócio, Marcelo Galvão complementa: “Para quem quer investir em empresas no Brasil ou criar seu próprio negócio, o caminho é conectar pacientes com médicos, fazer educação médica sobre produtos e prescrição e o registro de produtos”.

A Resolução da Diretoria Colegiada (RDC) da Anvisa deverá passar por uma reavaliação em até três anos. A Anvisa ainda discutirá a permissão para que uma pessoa possa plantar Cannabis em sua residência para tratamento médico.

Para se ter uma ideia do progresso aos pacientes com essa resolução, atualmente, existe apenas um produto à base de Cannabis registrado e vendido no Brasil, o Mevatyl, indicado para espasmos musculares em quem tem esclerose múltipla. Ele é fabricado por uma empresa localizada no Reino Unido e comercializado a um custo médio de R$ 2,8 mil para sua dose mensal.

Regras

A prescrição médica do produto irá variar de acordo com a concentração de THC (Tetrahidrocanabidiol), a parte psicoativa da erva. Em concentrações menores de 0,2%, o remédio deverá ser prescrito com numeração fornecida pela vigilância sanitária, com exigência de renovação da receita em até 60 dias. Já para os produtos com concentrações acima de 0,2% de THC, só poderão ser prescritos para pacientes terminais ou que tenham se esgotado todas as alternativas terapêuticas.

De acordo com a Anvisa, os fabricantes que optarem por importar o substrato da Cannabis para fabricação do produto deverão realizar a importação da matéria-prima semielaborada. Ou seja, a empresa não poderá importar a planta ou parte dela.

Criatividade: competência necessária para conseguir sucesso profissional

“A criatividade é o processo de ter ideias que tenham valor” (Ken Robinson)

De acordo com relatório produzido pelo Fórum Econômico Mundial, existe hoje uma crescente demanda por profissionais criativos no mercado de trabalho. Há cinco anos, a demanda por um profissional criativo estava em 10º lugar nas prioridades de uma contratação, sendo que, em 2020, ser criativo será a terceira competência mais buscada em um processo seletivo.

O aumento pelo interesse em profissionais criativos nos últimos anos é muito simples: os robôs perdem para os seres humanos em criatividade. Nenhum robô consegue (ainda) ter ideias inteligentes e inusitadas ou desenvolver saídas criativas para resolver algum problema.

Especialistas afirmam que o processo criativo começa na infância, já que as crianças precisam ser livres para criarem e desenvolverem a sua criatividade desde cedo, por meio de atividades lúdicas. As crianças que têm suas ideias bloqueadas hoje, enfrentarão problemas e desafios inesperados no futuro. Para terem êxito em suas vidas, elas dependerão de sua própria capacidade de pensar e ter atitudes criativas na solução de problemas, mesclando conhecimento com criatividade. Segundo Fábio Carvalho, Gerente de Inovação e Novos Negócios da Faber Castell, “a gente não perde criatividade, ela está apenas bloqueada. É possível resgatá-la!”.

LIDE FUTURO na Faber Castell

Com o propósito de despertar este lado criativo em nossos filiados, nos dias 26 e 27 de novembro, promovemos um LIDE FUTURO Experience no Espaço de Criatividade e Inovação da Faber Castell, localizado no Shopping Market Place. Durante o wokshop, os filiados do LIDE FUTURO ouviram os profissionais da Faber explanarem sobre criatividade; assistiram a uma animação de Daniel Martínez Lara e Rafa Cano Méndez, intitulada “Alike” (https://youtu.be/PDHIyrfMl_U); e encerraram a noite com uma atividade muito criativa: desenvolver uma empresa em alguns minutos, estruturando o modelo de negócios por meio da ferramenta Business Model Canvas, o famoso Canvas, além de montarem uma maquete de seu negócio com os materiais disponíveis pela Faber Castell.

Point da Criatividade

O Espaço de Criatividade e Inovação da Faber Castell é um espaço inovador, destinado para potencializar o processo criativo de nossas crianças e adultos. Eles promovem diversos workshops para as crianças e para empresas motivarem seus funcionários, além de também ser um espaço para confraternizações. Para maiores informações, acesse: http://espaco.faber-castell.com.br/

Presidente América do Sul da BASF e Presidente da Microsoft Brasil são mentores em eventos do LIDE FUTURO

Empreender é uma tarefa que exige espírito de liderança, responsabilidade e capacidade de inovar. Para se transformar em um empreendedor que consiga performar com excelência, não é da noite para o dia. É um processo que exige muito tempo de estudo e muita vontade de aproveitar o tempo que sobra para estudar ainda mais.

Com essa demanda por conhecimento, surgem as mentorias, onde um profissional mais experiente orienta outro menos experiente, busca insights, apresenta exemplos de situações que ocorreram em sua empresa ou em outras empresas, preparando essa pessoa menos experiente para desenvolver melhor suas competências e ficar cada vez mais preparado para enfrentar o mercado.

Sabendo dessa importância, o LIDE FUTURO promove o Mentoring, modalidade de evento que sempre traz um líder inspirador para troca com nosso filiado. Nas últimas semanas foram realizados dois grandes mentorings, com participação de dois incríveis executivos: Manfredo Rubens, presidente América do Sul da BASF; e Tânia Cosentino, presidente da Microsoft Brasil.

Manfredo Rubens (BASF)

No dia 23 de outubro, Manfredo Rubens, que trabalha há 28 anos na BASF, empresa alemã que atua há 108 anos no Brasil, explanou sobre sua trajetória profissional, contando detalhes de sua atuação na empresa, onde entrou como especialista em Mercado de Capitais, na sede global da companhia, em Ludwigshafen, Alemanha,e  passou por diversas cidades como Nova Jersey e Mount Olive (EUA).

Para Manfredo Rubens, “o formato do evento no ONONO, o Centro de Experiências Cientificas e Digitais da BASF em São Paulo, foi muito interessante e bem planejado. Começou com um momento para conhecer os filiados, seguido por uma palestra sobre a minha experiência e trajetória profissional e finalizando com um get together para responder perguntas e fazer conexões. O grupo de 30-40 filiados foi bastante diverso, atento e curioso. A quantidade e qualidade das perguntas mostrou um grande interesse dos participantes”. E completou: “O ingrediente mais importante para o empreendedorismo e inovação é sempre ficar aberto – aberto para inspiração e novas ideias, aberto para falhas e conseguir aprender com estas falhas e aberto para enxergar e pegar as oportunidades quando surgirem”.

Tânia Cosentino (Microsoft)

Já no dia 6 de novembro, Tânia Cosentino compartilhou sua trajetória de 30 anos de experiência profissional, contando detalhes de sua atuação na Microsoft, Schneider Electric e outras grandes empresas.

Sempre atenta a questões de importância global, Tânia ganhou reconhecimento nacional e internacional graças ao seu trabalho em sustentabilidade, especialmente relacionadas à eficiência energética, à transformação digital, aos direitos humanos, ao empoderamento feminino, à diversidade e à inclusão. Ela é líder ativa e inspiradora dos programas HeForShe e WEP (Women Empowerment Principles), da ONU Mulheres e do Pacto Global. Por seu trabalho na América do Sul, foi reconhecida como uma das 10 pioneiras a atuar nos Objetivos de Desenvolvimento Sustentável do Pacto Global da ONU em 2017. Recebeu também o prêmio Liderança Feminina do CEBDS (Conselho Empresarial Brasileiro para o Desenvolvimento Sustentável) e foi considerada uma das 100 Líderes Visionárias pela revista Real Leaders.

Brasil tem potencial para movimentar até US$ 15 bi com a legalização dos jogos de azar

Com a legalização, Brasil ainda poderá arrecadar cerca de US$ 4,2 bi em impostos ao ano

Os jogos de azar e os cassinos foram proibidos no Brasil há mais de 70 anos pelo presidente Dutra, porém ainda existem alguns poucos jogos legalizados e controlados pelo governo, como a Loteria Federal, que movimenta anualmente R$ 34,1 bilhões (ou US$ 8,1 bi/ano).

Para um efeito comparativo, os Estados Unidos têm o maior mercado de jogos de azar e cassinos no mundo, movimentando mais de US$ 500 bilhões anualmente, ou seja, 4.050% a mais do que é movimentado no Brasil com as loterias. E, somente em Las Vegas, cidade norte-americana em Nevada, os jogos representam 27% da economia da cidade.

André Feldman, CEO da BIG e representante do Grupo Caesars e WSOP no Brasil, afirma que, com a legalização de todas as modalidades de jogos, o Brasil tem potencial para arrecadar US$ 15 bilhões bruto e cerca de US$ 4,2 bilhões por ano em impostos. Além disso, o governo arrecadaria antecipadamente mais de US$ 1,7 bilhão com as outorgas, licenças e autorizações para construções dos cassinos. Sem incluir o movimento financeiro nos investimentos e na geração de empregos para a construção e implantação dos cassinos.

O empresário ainda complementa que “nos sete países mais ricos do mundo – Estados Unidos, Japão, Alemanha, França, Grã-Bretanha, Itália e Canadá – o jogo é totalmente liberado. Nos mais de 100 países onde o jogo é legalizado, os cassinos representam parcela importante na indústria do Turismo pelas atividades que agregam em toda a escala da economia”.

“A legislação proibitiva não alterou o cenário de ilegalidade do jogo no país, que movimenta, em apostas clandestinas, cerca de US$ 5 bilhões anualmente com o jogo do bicho, bingos, caça-níqueis, videojogos, apostas esportivas e jogos online. Este valor coloca o país entre os campeões mundiais no ranking dos jogos clandestinos”, finaliza.

Além de um potencial incremento na economia, de acordo com especialistas, o Brasil poderá gerar 700 mil empregos diretos e indiretos com a legalização dos jogos de azar e dos cassinos, sendo que o país nunca esteve tão perto da legalização, já que o projeto avança na Câmara dos Deputados.

Enquanto isso, eventos do setor privado acontecem para debater o tema. No dia 18 de novembro, o LIDE FUTURO realizou, na Casa Bisutti, em São Paulo, a 23ª edição do LIKE THE FUTURE que trouxe a debate o tema “Mercado do Jogo: Qual a sua aposta?”. De acordo com Laís Macedo, CEO do LIDE FUTURO: “Trata-se de um mercado com potencial bilionário que, segundo os especialistas, uma vez regulamentado, pode trazer de forma responsável muitas oportunidades que agreguem ainda mais à economia brasileira”.

Brasil pode movimentar até R$ 66 bilhões com a regulamentação dos jogos de aposta

LIDE FUTURO promove debate sobre potencial de mercado do jogo no Brasil

No dia 18 de novembro, a Casa Bisutti recebeu mais uma edição do LIKE THE FUTURE, intitulada Mercado do Jogo: Qual a sua aposta?, que trouxe reflexões a respeito do potencial de negócios dos jogos de aposta com base na tramitação de dois projetos de lei para criação de um marco legal, o PL 42/91, na Câmara, e o PLS 186/2014, no Senado.

O debate, mediado por  Magnho José, jornalista especializado em loterias, jogos e apostas, além de Presidente do Instituto Brasileiro do Jogo Legal e do Portal BNLData, também contou com a participação de André Gelfi, sócio-fundador da Suaposta; Luiz Felipe Maia, Advogado da BIG – Brazil Internacional Gaming,  e Marco Pequeno, Diretor Executivo e Criativo da iGaming360. 

De acordo com Magnho José, os jogos de azar legalizados e não legalizados movimentam, anualmente, R$ 34,1 bilhões, transgredindo a proibição de mais de 70 anos, assinada pelo presidente Dutra. 

Segundo o executivo, o Brasil tem amplo potencial de mercado com as apostas, que podem movimentar até R$ 66 bilhões, arrecadar aproximadamente R$ 30 bilhões em impostos por ano e gerar quase 700 mil empregos em diversos segmentos. 

Nos Estados Unidos, os jogos de azar já representam grandes oportunidades de negócios: movimentam mais de US$ 500 bilhões anualmente e representam 27% da economia de Las Vegas. 

“O LIDE FUTURO tem o objetivo de trazer para o palco do LIKE THE FUTURE temas que estejam alinhados com o que é tendência e realidade no mercado. A ideia de debater o mercado do jogo é justamente trazer clareza sobre quais são as oportunidades de negócios que surgem no Brasil, e o quanto ele pode movimentar nossa economia, uma vez regulamentado, de forma responsável”, afirma Laís Macedo, CEO do LIDE FUTURO. 

O evento foi realizado pelo LIDE FUTURO, com o apoio da mantenedora Bossanova, patrocínio master da BIG – Brazil Internacional Gaming e patrocínio da Augusta Entretenimento, IGaming 360 e RealPoker.

10º Fórum LIDE de Empreendedores reúne cases de sucesso e premia startups

O LIDE – Grupo de Líderes Empresariais, o LIDE Futuro e o LIDE Empreendedores promovem neste sábado (23), a partir das 8h30, o 10º Fórum LIDE de Empreendedores, na escola Concept, em São Paulo. A edição deste ano irá debater sucessão, superação e inovação, além de conceder o Prêmio LIDE Empreendedor 2019 para uma das startups finalistas, são elas: Quattro Engenharia 4.0, EkonoWater e Trigg Brasil, todas fundadas por filiados do LIDE Futuro.

Para compor o conteúdo dos painéis, teremos os seguintes expositores:

– Presidente da Natural One, Ricardo de Moraes;

– Presidente da Ypê, Waldir Beira Junior;

– Cofundador e CBO da PicPay, Diogo Roberte.

– Fundador e CEO da Zaitt, Rodrigo Miranda;

– Presidente da Concept e fundador do Sistema Brasileiro de Educação (**SEB)**, Chaim Zaher, e diretora-executiva do Grupo SEB, Thamila Zaher;

– Vice-presidente da Hapvida, Candido Pinheiro Junior.

Programação

9h – Arena 1: Sucessão Empreendedora

10h – Arena 2: Empreendendo com Inovação

11h – Arena 3: Empreendendo para Vencer

12h – Arena 4: A Jornada das Startups brasileiras rumo ao bilhão

13h – Entrega do Prêmio LIDE Empreendedor 2019

Serviço

Evento: 10º Fórum LIDE de Empreendedores

Quando: 23 de novembro (sábado), às 8h30

Local: Avenida Nove de Julho, 5520